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O Fantasma de Niigashi

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O Fantasma de Niigashi

Mensagem por Lestrade em Ter Out 25, 2011 7:17 pm

Kriegel em : O Fantasma de Niigashi

Era noite. Uma noite sombria e chuvosa, como nos ultimos 3 dias. O badalar dos sinos da igreja podia ser ouvido ecoando pela cidade de Niigashi. A cidade, aparentemente abandonada, estava suja e mal-tratada. A pintura das casas havia se acinzentado estranhamente. O relógio da torre indicava 22:00 horas. Vultos passeam pelas ruas. Seriam moradores, animais ou coisas? Somente uma pessoa poderia dizer. Um carro entra pelo portão principal da cidade com uma única pessoa o ocupando. Seu nome era Kriegel.

Moreno com olhos verdes e 27 anos, Kriegel já havia visto muita coisa pela sua vida. Vampiros, fantasmas, demônios e meras lendas. Nada, aparentemente nada mesmo, o amedrontava. Ouviu falar da cidade de Niigashi na TV, quando uma equipe enviada ao local sumiu misteriosamente. Seu carro era azul claro, cor que contrastava com o clima da cidade fantasma. Os vultos antes vistos pelas esquinas e janelas das cidades agora haviam se escondido.

Kriegel estaciona seu carro debaixo da primeira árvore que vê. Com seu jeito atrapalhado, sai do carro com um guarda-chuvas. A medida que adentrava na cidade, ouvia murmurios e gemidos de dor e sofrimento. Algo assustador, para alguem que não tinha contato com essas coisas. As casas tinham algo desenhado na porta, aparentemente com sangue humano. As vozes que se ouvia pelas ruas com estilo oriental da cidade diziam coisas do tipo "Vá embora" ou "Ela está a espreita... ela e seu exército maligno".

As roupas que Kriegel usava estavam encharcadas. Mesmo com o guarda-chuvas, o volume de agua era tão grande que o molhava do mesmo jeito. As calças Jeans pretas estavam pesadas e a camiseta azul, que estava desgastava, estava rasgando com o peso da água. As sombras pareciam se mover ou ter olhos. A sensação de estar sendo observado estava presente durante todo o "agradável" passeio pela cidade assombrada. Ao passar em frente a uma casa, a maior de toda a cidade, se ouve um choro. Nosso herói destemido decide entrar na casa para investigar.

A casa estava muiro bagunçada, com a mobilia destruida e os biombos usados como separação rasgados. Apenas uma vela estava no meio do primeiro cômodo, aparentemente a salam, para iluminar. Haviam dois corredores, ambos escuros. Kriegel avança pelo da esquerda. Se ele aprendeu alguma coisa durante sua carreira como caçador espectral foi que os quartos com fantasmas ficam pela esquerda. Passam 2 portas até que ele vê uma sombra se mover e aparentemente se entrar num dos quartos da casa. Ele a segue e tem uma surpresa.

No quarto estava toda a mobilia inteira da casa. Em meio às cadeiras e eletrodomésticos estava uma pequena criança a chorar agachada. Ela tinha cabelos grandes e vestia uma espécie de túnica branca. Seu cabelo cobria seu rosto e só se sabia que ela chorava pois uma poça de água estava debaixo de seus pés. O homem de 1, 80 m parecia um gigante perto daquela menininha. Ele se aproxima e sem falar nada coloca uma mão no ombro da criança. Ouvia-se as palavras "Mamãe... papai... vovô" saindo pela aquela boca delicada. Kriegel, em fim, quebra o silêncio.

- Ei criança, por que choras?

A pequena não respondia. Apenas continuava a repetir as palavras. Ao fim de mais uma repetição ela completa "... estão...todos... MORTOS".

A última palavra sai com uma voz distorcida, mais grossa e a criança levanta o rosto. Seus olhos agora estavam vermelhos e seus dentes pontudos estavam a mostra, num sorriso demôniaco. Ela gargalhava e ao mesmo tempo gemia, criando sons perturbadores. Kriegel foi jogado longe por um golpe de olhar daquela coisa que estava dentro da doce criança. Cadeiras e até a geladeira voaram em sua direção e ele desviou por pouco. Os objetos abriram um buraco na casa e monstros entraram pela abertura da construção. Eram vermelhos, com orelhas pontudas e membros compridos. Garras se encontravam na ponta de suas patas e eles rastejavam pelo chão. Se aproximavam pouco a pouco do homem caido. A escuridão se torna mais assustadora agora. Ele levantou desesperado, mas a coisa de olhos vermelhos e dentes pontudos que parecia aparentemente chefiar os outros demônios gritou palavras em japonês, idioma local, e elas pararam de avançar. A criatura revelou se chamar Yami e que estava ali para levar o mundo para as trevas. Kriegel, irreverende disse:

- Ah! Mas quanta criatividade. Muito original sua ideia.

Yami dessa vez arremessou uma televisão na direção dele. Ele se abaixou e conseguiu evitar o televisor. O homem pega uma capsula de seu bolso e a espreme. Dela se forma uma katana aparentemente afiada. O monstro-chefe gritou novamente em japonês e seus subordinados avançaram novamente em direção a Kriegel. Ele corta o primeiro ao meio. O unico meio de matar demônios é assim, cortando exatamente na linha do abdomem. E assim é com os outros. Pronto para derrotar o penultimo monstro, outros entram pela parede. Era uma infinidade deles. Nunca acabavam. Kriegel estava se cansando, mas quanto mais ele matava mais demônios vinham.

- Eles não acabam? Nunca?

Os demônios continuam a atacar até que um deles derruba Kriegel. Então Yami se aproxima.e fica encarando o herói. Este não perde tempo e saca sua arma celestial. Uma estaca que estava na sua familia há gerações, usadas pelos antepassados dele para livrar o mundo do mal. Então, tenta golpear Yami que consegue desviar, mas sofre um estrago horrivel. Essa estaca podia ser velha, mas era a arma mais poderosa contra coisas sobrenaturais. Aquele monstro estava mais furioso que nunca.

Todos os objetos flutuavam agora e se chocavam com a parede. Pedaços de madeira iam em direção a todos e matou até alguns subalternos daquela criatura espectral. Kriegel aproveira o momento de furia para se aproximar do oponente e cravar a estaca em seu peito, dando fim ao sofrimento daquele ser perturbado que agora poderia voltar pro inferno, de onde nunca devia ter saido.Yami solta um grito como o de sempre "Eu voltarei" e é destruida por uma chama, assim como todos os outros demônios.

O Sol entrou pela abertura da parede e a chuva cessara nesse extado momento. Kriegel se locomove com dificuldades pela casa destruida e consegue chegar na rua. O sol brilha mais intensamente, e um Arco-Iris surje no céu. O herói da pequena cidade de Niigashi desmaia com um sorriso no rosto. Mais um dia monótono para sua vida.


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Essa foi uma história que me veio à cabeça, resolvi escreve-la e posta-la. Espero que gostem, apesar dela ter ficado ruim.




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Re: O Fantasma de Niigashi

Mensagem por Rafael em Ter Out 25, 2011 7:30 pm

Legal, história bem criativa, continue escrevendo fics, você é bom nisso. (Pelo menos acho)
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Re: O Fantasma de Niigashi

Mensagem por Naru Narusegawa em Qua Out 26, 2011 2:31 pm

Ter ficado ruim?KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK' não me faça rir,está muito boa,parabéns,depois diz que não sabe fazer fanfic u.u

Sinistro *u*

Gostei muito :mouse laugh:
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Re: O Fantasma de Niigashi

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